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domingo, 3 de janeiro de 2021

A importância da fundamentação teórica no material didático e trabalho dos Conteudistas

   Olá! Hoje quero me dirigir àqueles(as) professores(as) que produzem conteúdos voltados ao Ensino, mais conhecidos por conteudistas. Refiro-me aos textos desenvolvidos para os diferentes alunos matriculados em cursos presenciais ou à distância, já que boa parte desses materiais falham no elemento mais fundamental desse tipo de produção textual, que é justamente a menção às obras e autores especializados em determinado assunto. 
   Eu poderia seguir neste pequeno artigo apenas com a minha opinião sobre este tema, porém, a questão é justamente essa: não basta escrever para meus alunos e leitores apenas a partir dos meus saberes, mas devo trazer fontes que relatam a importância do mesmo e ainda, para o despertamento dos estudantes das diferentes idades com quem lidamos diariamente, seja no Ensino Fundamental, Médio ou Superior.
   Segundo Pontuschka, Cacete e Paganelli (2009, p. 216), mencionados por Chaves et al. (2017, p.86), “sob a denominação de recursos didáticos inscrevem-se vários tipos de materiais e linguagens como livros didáticos, paradidáticos, mapas, gráficos, imagens de satélite, literatura, música, poema, fotografia, filme, videoclipe, jogos dramáticos”.
   A este respeito, Costa (2018, p.4, referindo SHIN & McGEE, 2003) ensina que:
Treinar os estudantes nas práticas argumentativas é permitir-lhes ver que a construção do conhecimento científico é um processo em trânsito no qual as ciências são questionadas, e, muitas vezes, mudadas ou revistas. Argumentar cientificamente, envolve “propor, sustentar, criticar, avaliar e refinar ideias, algumas das quais podem conflituar ou competir, acerca de um assunto científico". 
   Embora defenda que os professores, em geral, detenham uma gama significativa de conhecimentos e saberes desenvolvidos ao longo de suas vidas acadêmicas e no Ensino - o que é incontestável - Silva (2012) também refere a importância de que tenhamos em mãos - tanto os professores quanto os alunos - um material que direcione os conteúdos a serem trabalhados/conhecidos em dado momento. Este autor explica que:
[...] O livro didático tem assumido a primazia entre os recursos didáticos utilizados na grande maioria das salas de aula do Ensino Básico. Impulsionados por inúmeras situações adversas, grande parte dos professores brasileiros o transformaram no principal ou, até mesmo, o único instrumento a auxiliar o trabalho nas salas de aula (SILVA, 2012, p. 806).
   Por sua vez, eu penso e observo na literatura que se o que se pretende é transmitir ensinamentos em materiais teóricos – notadamente os livros didáticos - nada mais justo do que mencionar as fontes nas quais as informações foram lidas e obtidas, ensejando que esses(as) alunos(as) tenham sua curiosidade despertada, levando-os(as) a pesquisar, por conta própria, novos conceitos inerentes às áreas de seus interesses.
   Ainda para Costa (2018), este é o meio de aguçar o pensamento dos sujeitos, e com isso, levá-los a pesquisar fatos, refletirem sobre as possibilidades e criar hipóteses, e assim aprenderem a debater sobre os assuntos com os demais.
   Nas palavras de Santos (2014, p. 7):
A produção de material didático se apresenta como um instrumento importante nesta situação, pois parte de uma situação problema concreta do professor de dinamizar e facilitar o ensino e aprendizagem de conteúdos e conceitos em sala de aula, além de “emancipar” o professor, deixando de ser um “mero consumidor” para ser produtor de conhecimento.
   Acredito sinceramente que quando se pretende contribuir para a transmissão de novos conhecimentos para os indivíduos - seja no Ensino Médio, Técnico ou Superior - é importante que se tenha o cuidado em pesquisar teorias, selecionar ideias e conceitos, e sobretudo, informar em seu texto as fontes utilizadas, mostrando aos universitários(as) que a sua produção didática foi devidamente pesquisada e que está fundamentada na literatura.
   Com isso, nossos alunos e alunas podem ir além de nossos ensinamentos por iniciativa própria, até porque aprofundar-se nas regras para a escrita científica apresenta caminhos para os(as) acadêmicos(as), quanto à importância no cuidado da produção em questão.
   Bom trabalho!
Regina Del-Buono
email: abntouvancouver@gmail.com 
REFERÊNCIAS 
CHAVES, Luciana Domingues; FELIX, Leandro Robson; ROSENDO, Jussara Dos Santos; CASTANHO, Roberto Barboza. A importância dos recursos didáticos para a formação dos professores de geografia. Espaço em Revista ISNN: 1519-7816 v. 19, n. 2, jul./dez. 2017. p. 84-92, jul.-dez/2017. Disponível em: [https://www.revistas.ufg.br/espaco/article/view/51833]; acesso em 18 nov 2020.
COSTA, Ausenda. Desenvolver a capacidade de argumentação dos estudantes: um objectivo pedagógico fundamental. Revista Iberoamericana de Educación. ISSN: 1681-5653. n.º 46/5. P.1-8, 25 jun 2018. Disponível em: [https://rieoei.org/historico/deloslectores/2233Costa.pdf]; acesso em 18 nov 2020.
DEL-BUONO, Regina C. NBR 10520/2002 - Argumentação e fundamentação teórica no texto acadêmico-científico. Publicado em 20 set 2020. Disponível em: [http://www.abntouvancouver.com.br/2020/09/nbr-105202002-argumentacao-e.html].
__________. Como elaborar um texto de acordo com a redação científica. Publicado em 04 mar 2018. Disponível em: [http://www.abntouvancouver.com.br/2018/03/como-elaborar-um-texto-de-acordo-com.html].
__________. A importância da Fundamentação Teórica em uma Monografia. Publicado em 09 fev 2014. Disponível em: [http://www.abntouvancouver.com.br/2014/02/a-importancia-da-fundamentacao-teorica.html].
__________. O que é metodologia de pesquisa? Publicado em 21 set 2014. Disponível em: [http://www.abntouvancouver.com.br/2014/09/o-que-e-metodologia-de-pesquisa.html].
SANTOS, Mauricio Caetano dos. A importância da produção de material didático na prática docente. Disponível em: [http://www.cbg2014.agb.org.br/resources/anais/1/1404098564_ARQUIVO_AImportanciadaProducaodeMaterialDidaticonaPraticaDocente.pdf]; acesso em 18 nov 2020.
SILVA, Marco Antonio. A fetichização do livro didático no Brasil. Educação e Realidade, Porto Alegre, v. 37, n. 3, p. 803-821, set/dez. 2012. Disponível em: [https://www.scielo.br/pdf/edreal/v37n3/06.pdf]; acesso em 12 mai. 2019. 

sábado, 2 de janeiro de 2021

02 de Janeiro - Dia do Sanitarista

     Há cem anos comemora-se nesta data o Dia do Sanitarista. Foi pelas mãos do Dr Carlos Chagas que no dia 02 de janeiro de 1920 o Congresso nacional aprovou aquele que foi considerado o nosso primeiro "Código Sanitário", por meio do "Decreto legislativo n. 3.987, que regulamentou o Departamento nacional de Saúde Pública (DNSP)" (NARVAI, 2018).
     Neste momento em que o mundo todo sofre com a pandemia da Covid 19, nada mais justo do que homenagearmos os principais médicos sanitaristas e pesquisadores nacionais, os quais trabalharam e trabalham incansavelmente pela saúde de todos.
     Embora todos mereçam a nossa gratidão e respeito, saudamos os médicos sanitaristas de maior destaque: Dr Vital Brasil, Dr Adolfo Lutz, Dr Emílio Ribas, Dr Oswaldo Cruz, Dr Victor Vicent Valla, Dr Sérgio Arouca, Dra Zilda Arns e Dr Carlos Chagas, na ordem em que aparecem na foto.

          
Fonte: Google (2021)

     Foi por meio dos esforços do Dr Carlos Chagas e de outros tantos que a legislação sanitária começou a tomar forma, evoluindo ao ponto do regramento pela Constituição Federal (1988) que definiu como direito dos cidadãos brasileiros o atendimento médico gratuito fornecido pelo Estado, por meio dos recursos humanos, técnicos e materiais do Sistema Único de Saúde (SUS), evento que somente foi possível pelos incansáveis especialistas em Saúde Pública (NARVAI, 2018). 
       Um abraço!
Regina Del Buono
email: abntouvancouver@gmail.com

REFERÊNCIAS 

domingo, 27 de dezembro de 2020

Recadinho para o Ano novo 2021 .... autor desconhecido

1 - Use branco

Não falo da roupa. A roupa é o de menos! Use branco na alma. 
Não entre em disputas. Não chute cachorro morto. 
Entre um desaforo e uma resposta atravessada, escolha a paz.

2 - Varra a casa

Do fundo até a porta. Varra tudo! 
Mágoas, desgostos, rancores, amores não correspondidos. 
Varra! Aspire! Espane! Não deixe nem poeira. Entre limpo.

sábado, 26 de dezembro de 2020

Você acredita em milagres? ... Fernanda Gaona

"Milagre é quando tudo conspira contra, mas Deus vem de mansinho e com um sopro leve muda o rumo dos ventos.

Milagre é quando o incerto nos abraça  depois de nos atingir cruelmente com sua fúria.

É quando respirar vira quase um suspiro de alivio e a vida devolve o sorriso como forma de retribuição por todo sofrimento.

É o instante teimoso que resiste bravamente a um duro percurso e mantém-se em pé amparado pela força divina.

É a decisão que escapa de nossas mãos, mas que antes de cair agarra-se com toda força a uma segunda chance.

Milagre é o improvável  gesto de carinho que impulsiona o ser humano a não deixar de acreditar." 

Autoria: Fernanda Gaona

domingo, 20 de dezembro de 2020

Natal 2020

" Toda vez que reconhecemos um erro e procuramos melhorar é Natal!

Toda vez que perdoamos ao outro e a nós é Natal!

Todo gesto de generosidade é Natal!

Toda prece é Natal!

Cada sorriso que desabrochamos no outro e em nós é Natal!

Cada sementinha de esperança é Natal!

Toda gratidão é Natal!

Cada recomeço é Natal!

Porque sempre é Natal quando o anjo da humildade e do amor toca a campainha do nosso coração!

Que nossas campainhas sejam tocadas muitas e muitas vezes! 

Trimmm, trimmm, trimmm, trimmm de Natal no seu coração! "


Autoria: Carla De Magalhães Soveral 

sábado, 19 de dezembro de 2020

"Luz no fim do túnel"... Bruno Gagliasso e o Projeto ECOA

Por meio de uma reportagem recente do portal UOL, tomei conhecimento da existência do Projeto ECOA – Ecologia e Ação que reúne esforços humanos, técnicos e financeiros para interagir nas regiões mais afetadas pelo crescente desmatamento no Brasil, especialmente em suas áreas de mata densa e úmida, como a região pantaneira no Mato Grosso do Sul, por exemplo.

“O foco do projeto Ecoa são iniciativas empresariais voltadas a problemas sociais e ambientais” (UOL, 2020). 

sábado, 21 de novembro de 2020

João Alberto Silveira Freitas era um cara preto.

A pupila de todos os seres viventes é preta.

A cor da maioria das fontes dos textos que acessamos e escrevemos é preta.

Quando eu era adolescente, estudei com uma mocinha chamada Meire, doce, educada, super estudiosa, nós éramos muito amigas, ela era preta.

O asfalto é preto.

Se as lâmpadas se apagam, a imensidão do escuro é preta. ...

O luto, momento de dor e perda para as pessoas, é representado no ocidente pela cor preta.

Quando eu já era adulta, tive uma colega de trabalho alta, alegre, linda, com quem ríamos muito na hora do almoço, eu a apelidei de Marron porque ela era preta.

A borracha dos pneus de todos os veículos automotivos que conhecemos é preta.

As telas de celulares, televisões, tablets e talz, são pretas.

João Alberto Silveira Freitas era um homem, 40 anos, pai de família, trabalhador, era preto.

Ser preto é diferente de ser gordo, baixinho, ou ter os olhos puxados, por causa da ideia de supremacia de muitos brancos sobre outros, porque tudo se trata de poder.

Quando os negros africanos foram trazidos à força para o Brasil, em navios de condições subumanas, já existia no ideário de muitos, uma superioridade pela cor de sua pele.

Ledo engano!

Acontece que preto é diferente de obscuro.

Porque negar o óbvio é obscuro.

Ignorar os eventos graves que ocorrem no seio de nossa sociedade, sem combatê-los, é obscuro.

Tentar impor vontades sobre o outro é obscuro.

Usar armas ou murros contra outro ser vivo é obscuro.

Assistir calados a tantos descalabros morais, éticos e sociais, é mais que obscuro.

É sinal de impotência, desamor, falta de visão, falta de iniciativa e falta de perspectiva.

Porque unidos somos fortes, mas temos que ter consciência disso para agir.

Unamo-nos contra todo esse obscurantismo!

#vidasnegrasimportam.

 

 

 

domingo, 4 de outubro de 2020

A importância da argumentação no discurso escrito ou falado - ABNT-NBR 10520/2002

Bom dia! 
   Abordar o assunto da argumentação no discurso é algo extenso, porém, podemos fazê-lo em artigos breves. Em 20 de setembro de 2020, publiquei aqui o artigo: “NBR 10520/2002 - Argumentação e fundamentação teórica no texto acadêmico-científico”, cujo link é: [http://www.abntouvancouver.com.br/2020/09/nbr-105202002-argumentacao-e.html], publicado em atenção a uma aluna, tema ao qual voltamos hoje. 
   Antônio Suárez Abreu (2013, p.99) descreve o discurso de uma forma bem poética: “as palavras são como fios com os quais vamos tecendo nossas ideias em forma de texto. Quando falamos ou escrevemos, vamos retirando da nossa memória as palavras que vamos utilizar”. 
   Já para definir a ação da argumentação, propriamente dita, Abreu (2013, p.26) defende que: “argumentar é, pois, em última análise, a arte de, gerenciando informação, convencer o outro de alguma coisa no plano das ideias e de, gerenciando relação, persuadi-lo, no plano das emoções, a fazer alguma coisa que nós desejamos que ele faça”.
   Para ilustrar melhor o significado do ato de argumentar, deixo aqui letra do Samba Enredo 2019 da Estação Primeira de Mangueira, intitulado “Histórias para ninar gente grande”, analisada por Rosa e Queiroz (2019), letra esta que, por si só, remete-nos à reflexão sobre o quanto uma boa argumentação pode ser convincente.

Samba “Histórias para ninar gente grande” 

“Mangueira, tira a poeira dos porões

Ô, abre alas pros teus heróis de barracões
Dos Brasil que se faz um país de Lecis, Jamelões
São verde e rosa as multidões

Mangueira, tira a poeira dos porões
Ô, abre alas pros teus heróis de barracões
Dos Brasil que se faz um país de Lecis, Jamelões
São verde e rosa as multidões

Brasil, meu nego
Deixa eu te contar
A história que a história não conta
O avesso do mesmo lugar
Na luta é que a gente se encontra

Brasil, meu dengo
A Mangueira chegou
Com versos que o livro apagou
Desde 1500
Tem mais invasão do que descobrimento

Tem sangue retinto pisado

Atrás do herói emoldurado
Mulheres, tamoios, mulatos
Eu quero um país que não está no retrato

Brasil, o teu nome é Dandara
E a tua cara é de Cariri
Não veio do céu
Nem das mãos de Isabel
A liberdade é um dragão no mar de Aracati

Salve os caboclos de julho
Quem foi de aço nos anos de chumbo
Brasil, chegou a vez
De ouvir as Marias, Mahins, Marielles, Malês

Mangueira, tira a poeira dos porões
Ô, abre alas pros teus heróis de barracões
Dos Brasil que se faz um país de Lecis, Jamelões
São verde e rosa as multidões.”

Autoria de: Roni Oliveira, Marcio Bola, Silvio Mama, Deivid Domenico, Tomaz Miranda e Danilo Firmino


Desejo uma boa semana de estudos a todos! 

Regina Del Buono

Email: abntouvancouver@gmail.com

Skype: abntouvancouver2012

REFERÊNCIAS

ABREU, Antônio Suárez. A arte de argumentar: gerenciando razão e Emoção. 13. Ed. São Paulo: Ateliê Cultura, 2013. 

DEL-BUONO, Regina C.  NBR 10520/2002 - Argumentação e fundamentação teórica no texto acadêmico-científico. Publicado em 20 set 2020. Disponível em: [http://www.abntouvancouver.com.br/2020/09/nbr-105202002-argumentacao-e.html].

ROSA, Lívia Freire; QUEIROZ, Claudio Ribeiro Santana. Linguagem e Argumentação no Samba Enredo Estação Primeira de Mangueira. Universidade Católica do Salvador. Anais da 22ª. Semana de mobilização Científica – SEMOC, 2019.

VAGALUME. Samba-enredo 2019 – Histórias para Ninar Gente grande. Publicado em 2019. Disponível em: [https://www.vagalume.com.br/mangueira/samba-enredo-2019-historias-para-ninar-gente-grande.html]; acesso em 02 set 2020. 

sábado, 3 de outubro de 2020

A sabedoria de uma velha bruxa... autor desconhecido...

" TRABALHE EM SOLIDÃO


Um dia, uma pessoa subiu a montanha onde se refugiava uma mulher eremita que estava meditando e perguntou-lhe:
- "O que você está fazendo nessa solidão?", ao que ela respondeu:
- Eu tenho um monte de trabalho.
- E como você pode ter tanto trabalho? Não vejo nada por aqui ...

- Tenho que treinar dois falcões e duas águias, tranquilizar dois coelhos, disciplinar uma cobra, motivar um burro e domar um leão.

- E onde estão eles que não os vejo?
- Eu os tenho dentro. 

sábado, 19 de setembro de 2020

domingo, 6 de setembro de 2020

Como grafar sobrenomes compostos segundo a NBR 6023/2002 da ABNT- Monografias/TCCs

Boa tarde! No que refere ao modo correto de grafar sobrenomes compostos em um texto acadêmico-científico, cabe destacar a NBR 6023/2002 da ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas, por ser a norma que define a apresentação das fontes consultadas para a escrita de textos científicos, prescrevendo inúmeros detalhes importantes.

Sobre os detalhes na elaboração das Referências, publiquei uma pequena série de artigos neste blog, cuja lista consta ao final deste*, vale a pena conferir. Entretanto, no último dia 28 de junho de 2020 publiquei aqui o artigo “NBR 6023/18 e a forma de grafar sobrenomes compostos no texto acadêmico-científico“, cujo link é: [http://www.abntouvancouver.com.br/2020/06/nbr-602318-e-forma-de-grafar-sobrenomes.html], assunto ao qual voltamos hoje, em resposta ao comentário recebido recentemente, a destacar:
Olá, Bom dia, posso por escolha minha colocar um hífen entre meus dois últimos sobrenomes para que apareçam em citações? Isso pode causar-me algum problema? 
Bem, em resposta a esta pergunta, e, conforme explicado anteriormente, a NBR 6023/2002 da ABNT estabelece que nomes compostos podem ou não ser grafados com hífen, mas destaco que isto deverá ser feito em todas as publicações do(a) autor(a), constando da mesma forma tanto na lista das Referências, como ao longo do texto.

Uma vez que as diferentes universidades brasileiras têm a liberdade de estabelecer, com base nas NBRs da ABNT, pequenas exigências em sua(s) própria(s) apostila(s) de Metodologia Científica, como se pode observar, entre outras metodologias/universidades, a indicação feita na apostila de metodologia da FSP/USP (sem data), a destacar: 
" Sobrenomes compostos ou ligados por hífen: 

ABNT 

ESPÍRITO SANTO, Antonio Carlos do 
PACHECO E SILVA, A. 
PAULA SOUZA, R. de 
VALLERY-RADOT, J.I.P. "
Como se pode verificar no modelo acima, os sobrenomes compostos são aceitos nas quatro formas mencionadas. 

Assim, o(a) universitário(a)/redator(a) não incidirá em qualquer tipo de erro, nem se prejudicará ao adotar esta prática, que é permitida pela NBR 6023/2002, lembrando ser importante consultar a apostila de metodologia de sua universidade, e ainda, a(o) seu orientador(a).

Espero ter esclarecido às dúvidas, mas permaneço à disposição, para novas indagações.

Bons estudos! 

Regina Del Buono 
Skype: abntouvancouver2012 
Referências

ABNT – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023 – Informação e documentação – Referências – Elaboração. 2002.

DEL-BUONO, Regina C. NBR 6023/18 e a forma de grafar sobrenomes compostos no texto acadêmico-científico. Publicado em 28 jun 2020. Disponível em: [http://www.abntouvancouver.com.br/2020/06/nbr-602318-e-forma-de-grafar-sobrenomes.html].

__________, A NBR 6023/2002 e os elementos complementares – 5º. Post da série Lista das Referências. Publicado em 05 ago 2018. Disponível em: [http://www.abntouvancouver.com.br/2018/08/a-nbr-60232002-e-os-elementos.html].

__________, A NBR 6023/2002 e os elementos essenciais – 4º. Post da série Lista das Referências. Publicado em 08 abr 2018. Disponível em: [http://www.abntouvancouver.com.br/2018/04/a-nbr-60232002-e-os-elementos.html].

__________, As regras gerais da ABNT para a elaboração da lista das Referências e a NBR 6023/2002 – 3º. post da série Lista de Referências. Publicado em 04 fev 2018. Disponível em: [http://www.abntouvancouver.com.br/2018/02/as-regras-gerais-da-abnt-para.html].

__________, A NBR 6023/2002 e os elementos de composição de cada obra/autor de uma lista de Referências = 2º. artigo da série Lista de Referências. Publicado em 14 jan 2018. Disponível em: [http://www.abntouvancouver.com.br/2018/01/a-nbr-60232002-e-os-elementos-de.html].

__________, A NBR 6023/2002 - Lista das Referências e a entrada de obra de autor desconhecido - 1o. da série Referências. Publicado em 10 dez 2017. Disponível em: [http://www.abntouvancouver.com.br/2017/12/a-nbr-60232002-lista-das-referencias-e.html].

__________, Bibliografia ou Referências? ABNT - NBR 6023/2003 – Informação e documentação - Referências – Elaboração ABNT. Publicado em 30 abr 2017. Disponível em: [http://www.abntouvancouver.com.br/2017/04/bibliografia-ou-referencias-abnt-nbr.html].

FSP-USP – FACULDADE DE SAÚDE PÚBLICA – USP. Referências – 8. Guia sem data. Disponível em: [http://www.biblioteca.fsp.usp.br/~biblioteca/guia/a_cap_08.htm]; acesso em 03 set 2020.

sábado, 5 de setembro de 2020

sábado, 15 de agosto de 2020

A cultura científica... Gaston Bachelard

                                                              “Na cultura científica tornamo-nos, necessariamente,
o sujeito consciente do ato de compreender. 

E se o ato de compreender supera uma dificuldade, 
a alegria de compreender compensa todos os pesares".
 


Gaston Bachelard
filósofo e poeta francês
(1884 – 1962)

domingo, 9 de agosto de 2020

Dia dos pais 2020 - Uma oração para você!

Pai, uma oração para você

Pedi ao Pai para que guiasse seus passos, e que iluminasse sua mente.
Uma benção especial de Sua graça, 
pedi aos anjos para ficarem todo o tempo com você, 
vigiando-o e protegendo-o em tudo o que você fizer.

Quando eu orei ao Pai, 
pedi para que lhe enviasse nas asas dos anjos, 
um toque de amor e bondade.

Pedi para que sussurrem em seus ouvidos  paz e alegria, 
canções de amor e felicidade em delicada sinfonia angelical embalando seu sono.

Por fim, fiz ainda mais um pedido:
que o Pai permitisse que,
os anjos que o protegem, que proporcionem serenidade a você. 

Assim, quando você sentir uma leve brisa tocando o seu rosto, não se assuste:
são os anjos enviados de Deus, 
que pedi que viessem lhe proteger.

Autor desconhecido*

*texto localizado na internet, no qual tomei a liberdade de fazer pequenas correções gramaticais.

domingo, 2 de agosto de 2020

Problema versus Hipótese do texto acadêmico-científico - Monografias e TCCs

   Boa tarde! A questão da hipótese, ou resposta hipotética no texto acadêmico-científico é um dos elementos iniciais com o qual o universitário(a)pesquisador(a) deve se preocupar, no momento de elaborar sua monografia/TCC
  Dito de outra forma, são três os elementos iniciais: a escolha do tema, a definição do problema a ser investigado e a resposta a esse problema, que é a hipótese. Para explicar de forma simplista o conceito sobre uma hipótese científica, falemos antes sobre a importância da problematização de determinada situação. Em 05 de julho de 2020, publiquei um artigo denominado “O problema da pesquisa acadêmico-científica – Monografias e TCCs”, cujo link é: [http://www.abntouvancouver.com.br/2020/07/o-problema-da-pesquisa-academico.html]. A respeito do problema na pesquisa científica, Barros (2008, p.152) define que:
Problematizar é lançar indagações, propor articulações diversas, conectar, construir, desconstruir, tentar enxergar de uma nova maneira, e uma série de operações que se fazem incidir sobre o material coletado e os dados apurados. Problematizar, nas suas formulações mais irredutíveis, é levantar uma questão sobre algo que se constatou empiricamente ou sobre uma realidade que se impôs ao pesquisador.
   Uma vez que tanto o problema de um estudo acadêmico-científico, quanto a resposta ao mesmo devem acontecer na perspectiva científica, cabe destacar a definição dada por Fonseca (2008, p.19) sobre “a aquisição/construção do conhecimento em ciência, que é o “método científico”. Caracteriza-se por um conjunto de procedimentos racionais e pré-estipulados de que o pesquisador se utiliza para atingir uma determinada meta”.
   Já que o problema a ser investigado numa pesquisa acadêmica consiste em ser uma pergunta, a resposta ao mesmo deve ser uma afirmação categórica, ainda que seja uma resposta hipotética. Equivale a dizermos que essa resposta hipotética é uma suposição, isto é, “[...] uma asserção provisória que, longe de ser uma proposição evidente por si mesma, pode ou não ser verdadeira [...] (BARROS, 2008, p. 152-3).
   No caso de universitários(as) que estão elaborando pela primeira vez um trabalho científico, a compreensão dos elementos do texto, como um todo, assim como as diferentes etapas, costumam exigir o levantamento de obras/autores que discorram a respeito do tema escolhido, materiais esses que deverão ser amplamente analisados, permitindo sua maior compreensão.
    Aqui, eu mencionaria Gil (1996), ao defender que é preciso ter experiência na área cujo tema está sendo desenvolvido, mas, de minha parte, acredito ser fundamental – de fato – a leitura e compreensão das teorias analisadas, além da comparação das ideias, permitindo então, que seja proposta uma resposta hipotética, que, se feita desta forma, estará baseada no empirismo, isto é, nos conceitos defendidos pelos especialistas, e com isso, permitindo a viabilidade da hipótese proposta.
    Assim, estou defendendo que os(as) iniciantes na escrita científica devam dedicar-se à leitura e aprofundamento nas obras selecionadas para a elaboração de seu trabalho acadêmico-científico, permitindo aos acadêmicos(as) a proposição de uma hipótese que seja confirmada ao longo das teorias abordadas em seu texto.
    Bons estudos!
Regina Del Buono
Skype: abntouvancouver2012
Referências 
BARROS, José D’Assunção. As hipóteses nas Ciências Humanas — considerações sobre a natureza, funções e usos das hipóteses. 2008. Sísifo. Revista de Ciências da Educação, n. 07, p. 151-162, set./dez.2008. Universidade de Lisboa. Disponível em: [http://sisifo.ie.ulisboa.pt/index.php/sisifo/article/view/127/211]; acesso em 02 maio 2020.
FONSECA, Regina C Veiga da. Metodologia do Trabalho Científico. 1.ed. rev. – Curitiba, PR: IESDE Brasil, 2012. Disponível em: [https://biblioteca.isced.ac.mz/bitstream/123456789/786/1/METODOLOGIA%20DO%20TRABALHO%20CIENTÍFICO.pdf]; acesso em 02 maio 2020.
GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 3.ed. São Paulo: Atlas, 1996.

sábado, 1 de agosto de 2020

Manifesto pelos indígenas no Brasil e a Covid 19... por Sebastião Salgado

O que o mundo inteiro já sabe, o que milhões de pessoas esperam... 


Sebastião Ribeiro Salgado Júnior
(1944 -           )
economista e fotógrafo mineiro


sábado, 25 de julho de 2020

One human family, food for all! ... Alegoria das colheres longas... Mia Couto

“Há uma arma de destruição massiva que está sendo usada todos os dias, 
em todo o mundo, 
sem que seja preciso o pretexto da guerra: 
essa arma chama-se fome.”


António Emílio Leite Couto 
pseudônimo: Mia Couto*
(1955 -          )
escritor e biólogo moçambiquano

* Conferência de Estoril ( 2011)
Disponível em: [http://estadodedireito.com.br/a-mais-emocionante-animacao-sobre-a-fome/].

domingo, 19 de julho de 2020

Como referir obra de autor desconhecido no texto científico - NBR 6023-2002 ABNT - Monografias e TCCs

  Bom dia! No que se refere à lista das Referências, a NBR 6023/2002 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) é a norma que define as formas para serem mencionadas/referidas as obras/autores consultados para a escrita de um texto científico, incluindo os textos acadêmicos. Em 08 de outubro de 2017, publiquei o artigo “Como referir obras de autor desconhecido? Da Série Como elaborar as Referências”, cujo link é: [http://www.abntouvancouver.com.br/2017/10/como-referir-obras-de-autor.html], tema ao qual voltarei hoje.
  Recentemente, recebi comentários contrários ao conteúdo do mencionado post, os quais eu aceito, e posso inclusive, reformular a explicação dada, já que não foi elaborada em uma “sequência linear”.  Em outras palavras, toda vez que se pretende transmitir determinado conteúdo a outras pessoas, existe sempre uma intencionalidade, uma das principais características do Ensino em todos os níveis educacionais.
 Assim, hoje vou subdividir este artigo em itens enumerados, para sua melhor compreensão.
   Primeiro eu vou (1) reproduzir e (2) reformular as informações oferecidas em 08 de outubro de 2017, as quais, à época, já explicaram, em si, como se deve mencionar obras de autores desconhecidos ao longo de um texto acadêmico-cientifico, para, na sequência, (3) expor alguns aspectos pertinentes à formação acadêmica de nossos estudantes.

1. Excerto de meu artigo datado de 08/10/17
[...] De acordo com a NBR 6023 (2002, p.15), da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), deve-se indicar determinada fonte, como mostra o exemplo obtido na própria norma:
Exemplo 1:DIAGNÓSTICO do setor editorial brasileiro. São Paulo: Câmara Brasileira do Livro, 1993, 64p.[...] 
Exemplo 2:DESAFIOS da globalização das comunicações. Vitória: [s.n.], 2000. 120p.
[...]
Note(m) que em casos como este, de autoria desconhecida, a indicação da fonte dispensa o uso do negrito, como estabelece o subitem 6.5. da mesma NBR 6023 (2002, p.3), já que “o principal elemento de entrada é o próprio título, já destacado pelo uso de letras maiúsculas na primeira palavra, com exclusão de artigos (definidos e indefinidos) e palavras monossilábicas”. [...]

2. Reformulação do trecho original 
Ao utilizarmos determinada obra cujo autor é desconhecido, “o principal elemento de entrada é o próprio título, já destacado pelo uso de letras maiúsculas na primeira palavra, com exclusão de artigos (definidos e indefinidos), e palavras monossilábicas” (NBR 6023, 2002, p.3). 
[...] De acordo com a NBR 6023 (2002, p.15), da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), deve-se indicar determinada fonte, como mostra o exemplo obtido na própria norma:
Exemplo 1:DIAGNÓSTICO do setor editorial brasileiro. São Paulo: Câmara Brasileira do Livro, 1993, 64p.[...]   
Exemplo 2:DESAFIOS da globalização das comunicações. Vitória: [s.n.], 2000. 120p.
[...]

3. Minhas observações sobre os comentários negativos nesta data

   Por acreditar ser o papel do educador(a) a importância em reformular determinada explicação, quando surge qualquer tipo de questionamento por parte de seu aluno(a)/leitor(a), ou então, perde-se o objetivo de ensinar/esclarecer/informar determinado conceito/teoria.
   Assim, ao modificar (acima) a explicação dada em outubro de 2017, eu coloquei as explicações em uma ordem “linear”, embora tenha utilizado exatamente as mesmas frases  no artigo anterior.
   De início, quero destacar que eu não me ofendo ao receber determinados comentários críticos, assim como eu não me importo em publicá-los, ou refazer as explicações dadas, como é o caso de hoje.
 Entretanto, acredito firmemente que ao final de um curso de graduação, os(as) universitários(as) já devem ter absorvido todos os direitos adquiridos, ao serem aprovados no vestibular, como o ir e vir, faltar, e outras decisões que a maioridade lhes permite.  
  Da mesma forma em que os direitos são absorvidos, é fundamental que os deveres também o sejam, notadamente, a organização para os estudos, assim como a adoção do hábito de leitura e de práticas de anotações ou resumos, que irão agregar muito aos seus novos saberes, impactando tanto os seus resultados acadêmicos, quanto nas outras áreas de suas vidas.
 Posto isto, no que se refere a esta nova explicação “linear”, as ideias foram expostas de uma forma gradual, e imagino que sua compreensão tenha ficado mais inteligível; contudo, nem sempre vamos encontrar os conteúdos exatamente como esperamos/precisamos.
 E é aqui que surge um novo aspecto bem importante, no que tange aos alunos(as) universitários(as): refiro-me à questão da prática habitual da leitura, e da interpretação e compreensão de textos.
  Leffa (s.d., p.268) aborda semelhanças e diferenças entre “compreender e interpretar”, defendendo que um texto com “[...] uma imagem, uma música [...]” pode ser comparado a um quebra-cabeças cuja montagem, pelo leitor(a), deve ser direcionada pelo escritor(a). Defende ainda que “compreender e interpretar” devem completar-se ao longo da leitura, para que o “trabalho didático seja produtivo”.
 Equivale a dizermos que o aprendizado só se efetivará no caso de as explicações dadas abrangerem a dimensão exata do que e como as informações foram escritas, considerando a forma como seu leitor(a)/receptor(a) as recebe.
   Já Caldes (2009, p. 65) reporta as teorias de Grize*, quando defende que:
o trabalho de esquematização traduz-se, na sua essência, num trabalho de construção − seja do discurso, seja pelo discurso − podendo ainda ser encarado numa dupla vertente: enquanto processo e enquanto resultado. Assim, do ponto de vista processual, podemos dizer que esquematizar corresponde a organizar, no contexto de uma situação comunicativa particular, o material verbal disponível e em uso num dado momento de utilização da língua. Tal organização, realizada imperativamente em função de um interlocutor específico, obedece assim a uma selecção e gestão do material verbal adequado à criação do(s) efeito(s) de sentido pretendido(s) – isto é, aquele(s) capaz(es) de irem ao encontro da finalidade comunicativa do texto.
  Ainda Leffa (s.d.) refere a importância do saber construído por cada um de nós, enquanto alunos(as)/leitores(as). 
   A ideia sobre os alunos serem “tábua rasa” ao entrarem na escola é algo há muito superado, porque cada um de nós se constitui de conhecimentos, hábitos e rotinas desde que nascemos, aprendidos no seio familiar. Nas palavras de Leffa (s.d., p.258): “O leitor não é uma entidade vazia; ele tem uma experiência de vida preservada em sua memória, que precisa ser acionada quando inicia a leitura”.
   Neste sentido, Leffa (s.d., p. 255) reporta um conceito elaborado por Rosenblatt* (2004, p.1369), que vai de encontro ao meu pensamento, e que estou tentando explicar hoje: “Cada leitura é uma transação que ocorre entre o leitor e o texto em um determinado momento e lugar. (...) O sentido não está pronto nem dentro do texto nem dentro do leitor, mas surge durante a transação".
  Já Tourinho (2011, p. 326) traz reflexões sobre as deficiências dos  estudantes brasileiros quanto à falta de hábito de leitura: 
Saber ler é uma exigência das sociedades modernas. Há, porém, uma importante diferença entre saber ler e praticar efetivamente a leitura: se aquela é uma necessidade pragmática e permite a realização individual de atividades básicas, como executar tarefas cotidianas, a esta é um importante instrumento para o exercício da cidadania e para a inclusão social do indivíduo.
 Eu concordo com os autores abordados, já que nós, professores, temos ampla compreensão sobre cada aluno trazer, dentro de si, diferentes saberes, parte dos quais serão realinhados conforme os conteúdos estudados.
  Enfim, a questão aqui levantada se refere à importância da leitura por parte de cada um de nós, prática fundamental em todas as etapas de nossas vidas, e inclusive, em todas as profissões.
  Bons estudos!
Regina Del Buono
Email: abntouvancouver@gmail.com
Skype: abntouvancovuer2012

REFERÊNCIAS

CALDES, Ana. Esquematização e Interpretação de Texto(s). Estudos Linguísticos, n.4, p.63-78, Edições Colibri/CLUNL, Lisboa, 2009. Disponível em: [http://fabricadesites.fcsh.unl.pt/clunl/wp-content/uploads/sites/12/2018/02/4d-ana-caldes.pdf]; acesso em 14 jul 2020. 

LEFFA, Vilson J. Leffa. Interpretar não é compreender: um estudo preliminar sobre a interpretação de texto. Universidade Católica de Pelotas. Disponível em: [http://www.leffa.pro.br/textos/trabalhos/interpretar_compreender.pdf]; acesso em 14 jul 2020. 

TOURINHO, Cleber. Refletindo sobre a dificuldade de leitura de alunos do Ensino Superior: "Deficiência ou simples falta de hábito"? Revista Lugares de Educação, Bananeiras/PB, vol. 1, n. 2, p. 325-346 , jul.-dez. 2011. Disponível em: [
https://periodicos.ufpb.br/ojs2/index.php/rle/article/view/10966]; 


* GRIZE, Jean-Blaise (1982). De la logique à l’argumentation. Genève-Paris: Droz. Maingueneau, Dominique (1997). Os Termos-Chave da Análise do Discurso. Lisboa: Gradiva.

* ROSENBLATT, L. M. (2004). "The transactional theory of reading and writing". [In] R.B. Ruddell & N.J. Unrau (Eds.), Theoretical models and processes of reading (5th ed., pp. 1363–1398). Newark, DE: International Reading Association. 

sábado, 18 de julho de 2020

O que seria pior para a humanidade do que a pandemia Covid 19? .... Noam Chomsky

   Quando as semelhanças não são mera coincidência, precisamos ter a mente, os ouvidos e nossos olhos abertos, para refletirmos sobre os rumos da sociedade global, e o que ainda podemos fazer a respeito...
  Especialistas ao redor do mundo analisam os momentos históricos pelos quais temos passado, e as atuais tendências, projetando possibilidades de verdadeiras “catástrofes” ainda piores para as diferentes nações, do que a atual pandemia pela Covid 19.
   Entre esses pensadores, estão as colocações de Noam Chomsky, que refletem os rumos de diferentes governantes mundiais, em defesa do Capitalismo e Neoliberalismo.
  Em entrevista concedida à jornalista Cristina Magdaleno*, do El Dìa, Chomsky faz afirmações contundentes:

"[...] os ciclos históricos não são predeterminados, são o resultado das ações das pessoas e o período neoliberal, diz ele, foi construído destruindo os movimentos dos trabalhadores.
[...] pode-se pensar, remotamente, que essa quarentena possa ser evidência de uma verdadeira “greve geral”.

domingo, 12 de julho de 2020

Diferenças entre pesquisa científica e trabalho acadêmico-científico

   Boa tarde! Monografias e TCCs são produções acadêmicas exigidas ao final dos cursos de graduação, pós-graduação e etapas acima, que devem ser denominados como “trabalhos científicos". Tal exigência desde a graduação se destina a ensinar, incentivar e direcionar os acadêmicos no universo da pesquisa, como destacam diferentes autores.
  Uma vez que, entre os objetivos do Ensino, desde os anos iniciais, está a formação e a condução dos alunos à autonomia e à cidadania, no que se refere aos seus direitos, deveres, socialização, preparo educacional e interação com os diferentes grupos sociais, notadamente no mercado de trabalho, é importante que os universitários sejam exigidos em suas capacidades, desenvolvendo habilidades múltiplas.  ...